
para nos tirar dinheiro e não só para conhecermos os







para nos tirar dinheiro e não só para conhecermos os







Don Renê, bem “local”, com NENHUM turista em seu interior. Pedi um “Barros Luco”, sanduiche preparado com tirinhas de carne assada ou frita e queijo derretido por cima em um pão de hamburger, o qual tem este nome em homenagem a um ex-presidente da República que, quando tinha fome e não dispunha de muito tempo, solicitava que preparassem um deste. Mary foi de queijo quente, Ricardo, fã
Crystal. Dali a Lenize e o Ricardo voltaram ao hotel e eu e Mary subimos o Cerro Santa Lucia. Lá de cima tem-se uma vista privilegiada de quase toda a cidade, já que Santiago é quase que totalmente plana. Dali seguimos até o Cerro San Critóbal, onde alcançamos o seu ponto mais alto via funicular, aquele elevador inclinado sobre trilhos. Após apreciarmos mais uma vez a belíssima vista do alto, descemos e, de metrô, retornamos ao
numa das mais requisitadas sorveterias da cidade, a Bravíssimo. Tomamos helados de lúcuma, uma frutinha regional, limão, pistache e leche asado, isto é, leite queimado. Realmente
todos deliciosos! No hotel tomamos um banhona piscina e relaxamos até a hora do jantar. Fomos ao restaurante Rio Viño, onde Mary pediu lomo a milanesa relleno com presunto e queso acompanhado de hongos na manteguilla e ervas
(um bife a milanesa recheado com presunto e queijo acompanhado por cogumelos
refogados na manteiga e ervas) e eu um congrio a La plancha com papas fritas (filé de peixe na chapa). Tomamos um Carmenère Cono Sur. Devidamente alimentados, no caminho para o hotel resolvi tomar um espresso numa loja do Dunkin Donuts, que estava quase fechando (já eram quase 22:00 h!). Estava horrível e foi servido num copinho descartável de isopor... Depois disso, hotel e cama!

Saímos para jantar no Mamut, uma “steak house
” bem próxima do hotel. Pedi um “steak au poivre” Mary um filé de tilápia grelhado... Tomamos um Morandé Pionero Pinot Noir, um tiramissù de sobremesa e um café espresso para encerrar. Depois desta “comemoração”, voltamos ao hotel e fomos dormir.
6º dia: 3 de janeiro. Levantamos muito cedo. Tomamos café e esperamos em frente ao hotel durante bastante tempo, o ônibus da Marieta, que nos levou ao aeroporto. Embarcamos no horário previsto e decolamos rumo a Guarulhos, onde aterrissamos

quatro horas mais tarde. Tivemos, então, que mudar de aeroporto, indo até o de Congonhas num ônibus da própria TAM, já que nosso vôo para Vitória sairia dali. Almoçamos batatas recheadas e nhoque,no pavimento térreo do aeroporto (fast

food) e, como sobremesa, uma novidade que está “bombando”: picolés Diletto, muito cremosos e saborosos, preparados artesanalmente com frutas, gianduia, pistache ou chocolate, no estilo “italiano”! Em seguida embarcamos e, uma hora e quarenta minutos depois, chegamos à terrinha, onde nossos filhos nos aguardavam cheios de saudades, assim como nós também estávamos! Agora, só nos resta esperar pela próxima viagem: até lá!