
1º dia: 28 de dezembro. Decolamos de Vitória, Estado do Espírito Santo, onde residimos, no vôo da TAM para Guarulhos, São Paulo, às








estava muito cheio. Ele colou na nossa bagagem de mão, com fita crepe, um pedaço de papel onde escreveu seu nome e nos disse para ficarmos tranqüilos que ela estava em boas mãos, etc. Quando entramos no avião verificamos que ele estava bem vazio, que havia bastante espaço nos compartimentos sobre as poltronas para acomodarmos nossa mala. Voltamos lá onde ainda estava o Wesley e pegamos nossa bagagem de volta. Ele ficou resmungando, dizendo que quando todos estivessem embarcados um fiscal iria a bordo e pegaria nossa malinha de novo para colocá-la no porão da aeronave, que era melhor não fazer isso, etc e tal! Não levamos as ameaças a sério e carregamos nossa mala prá dentro do avião. Achamos MUITO estranho aquele tipo de comportamento do funcionário da TAM (quando retornamos ao Brasil, fizemos uma reclamação com uma supervisora da TAM, em no aeroporto de Congonhas, São Paulo, a qual nos disse que “às vezes era normal este procedimento e que iria reportar os fatos aos seus superiores...”)! Passado este momento de stress, decolamos e, uma hora depois, aterrissamos em Assunção. Teríamos que desembarcar e embarcar em outra
aeronave, que decolaria às 11:10 h para Santiago. Ficamos perambulando pelo saguão do pequeno aeroporto da capital paraguaia, visitando as poucas lojinhas de souvenires, navegando no meu netbook, tomando uma legítima cerveja paraguaya “Baviera”. Neste saguão um senhor, penso que beirando seus 70 anos, elegantemente trajado, tocava
harpa e vendia seus CDs: comprei dois (R$10,00 cada), com guarânias (músicas locais), melodias internacionais e duas, vejam só, dos Beatles! Com uma hora de atraso decolamos em outro avião da TAM. Almoçamos a bordo: eu comi frango com arroz e, Mary, lasanha de carne, acompanhados de vinho branco e tinto. Chegando a Santiago,
pegamos nossas malas e nos juntamos ao grupo que fazia parte do mesmo
bem, pela motorista
denominado Providência. Aproveitamos que ainda estava claro e saímos para caminhar pelas redondezas. Depois de mais de uma hora andando, chegamos à base do Cerro San Cristóbal e, para chegar ao topo, teríamos que caminhar mais um bocado. Desistimos, tomamos água mineral no Bar e Restaurante “Delícias de Chile”, situado no pé do cerro (monte, colina),
onde estava acontecendo uma recepção ou
Ligúria, onde jantamos. Mary pediu um espaguete
plancha (grelhada na chapa) com purê de batatas, alho e
Casa Lapostole Carmenère Reserva. Chegando ao hotel tomamos um banho e fomos dormir.
30 de dezembro. Para hoje estava
programada uma excursão para Valparaíso e Viña Del Mar
história e geografia do Chile, e a Marieta no volante. O dia não estava muito ensolarado e o ônibus é bastante confortável. No caminho passamos por perto de algumas vinícolas e pudemos
saltarmos do ônibus e fazermos fotos, adquirir souvenires e coisas que tais. Eu e Mary fomos até uma cafeteria ali pertinho onde, para usar o banheiro, paga-se 200 pesos (R$0,80!). Voltamos para o ônibus, que já estava rodando e seguimos para
que os restaurantes mais próximos estavam a um quilômetro de distância. Para completar, ou se pedia um menu fixo, com um aperitivo (pisco sour), entrada, prato principal e sobremesa, incluindo vinho ou cerveja ou refrigerante ou água, a 14.000 pesos (R$56,00) ou os pratos a la carte, em
torno de R$60,00 cada. Como não era nada disso que pretendíamos fazer, pedimos uma porção de camarões pequenos passados na
embarcamos de volta para Santiago. Lá chegando fomos até um supermercado, o UNIAC. Ali compramos 8 garrafas de vinho “nacionais”, todos “Reserva”, para trazer para o Brasil. Pagamos 32.000 pesos (R$128,00), ou seja, R$16,00 por garrafa! Dali voltamos a pé até o hotel, que fica perto.
telefonamos para nossos filhos, no Brasil. Saímos para jantar, junto com a Lenize e seu filho Ricardo, brasileiros de Vitória que também estavam na mesma excursão. O plano era conhecermos o restaurante “El Toro”, distante uns 8 quarteirões do hotel.
Biferia”, pequeno e muito bem arrumadinho, aconchegante. Comemos muito bem: de entrada, “mix de hongos” (mix de cogumelos passados na manteiga de alho) e “papiones a pil pil” (cebola cortada em tirinhas e caramelizadas com shoyo); como prato principal Mary pediu “Lomo vetado”, eu fui de chuletas de cordeiro, a Lenize de Bife de Lomo e o Ricardo pediu Ojo de Bife. O Ricardo experimentou um Kir Royal, drink a base de champagne e licor de cassis, depois
cerveja Corona. Nós pedimos um vinho Las Moras Shiraz e eu tomei um Pisco, para encerrar. Findo o jantar retornamos andando até o hotel, prontos para mais uma noite de bom sono...
para nos tirar dinheiro e não só para conhecermos os







Don Renê, bem “local”, com NENHUM turista em seu interior. Pedi um “Barros Luco”, sanduiche preparado com tirinhas de carne assada ou frita e queijo derretido por cima em um pão de hamburger, o qual tem este nome em homenagem a um ex-presidente da República que, quando tinha fome e não dispunha de muito tempo, solicitava que preparassem um deste. Mary foi de queijo quente, Ricardo, fã
Crystal. Dali a Lenize e o Ricardo voltaram ao hotel e eu e Mary subimos o Cerro Santa Lucia. Lá de cima tem-se uma vista privilegiada de quase toda a cidade, já que Santiago é quase que totalmente plana. Dali seguimos até o Cerro San Critóbal, onde alcançamos o seu ponto mais alto via funicular, aquele elevador inclinado sobre trilhos. Após apreciarmos mais uma vez a belíssima vista do alto, descemos e, de metrô, retornamos ao
numa das mais requisitadas sorveterias da cidade, a Bravíssimo. Tomamos helados de lúcuma, uma frutinha regional, limão, pistache e leche asado, isto é, leite queimado. Realmente
todos deliciosos! No hotel tomamos um banhona piscina e relaxamos até a hora do jantar. Fomos ao restaurante Rio Viño, onde Mary pediu lomo a milanesa relleno com presunto e queso acompanhado de hongos na manteguilla e ervas
(um bife a milanesa recheado com presunto e queijo acompanhado por cogumelos
refogados na manteiga e ervas) e eu um congrio a La plancha com papas fritas (filé de peixe na chapa). Tomamos um Carmenère Cono Sur. Devidamente alimentados, no caminho para o hotel resolvi tomar um espresso numa loja do Dunkin Donuts, que estava quase fechando (já eram quase 22:00 h!). Estava horrível e foi servido num copinho descartável de isopor... Depois disso, hotel e cama!

Saímos para jantar no Mamut, uma “steak house
” bem próxima do hotel. Pedi um “steak au poivre” Mary um filé de tilápia grelhado... Tomamos um Morandé Pionero Pinot Noir, um tiramissù de sobremesa e um café espresso para encerrar. Depois desta “comemoração”, voltamos ao hotel e fomos dormir.
6º dia: 3 de janeiro. Levantamos muito cedo. Tomamos café e esperamos em frente ao hotel durante bastante tempo, o ônibus da Marieta, que nos levou ao aeroporto. Embarcamos no horário previsto e decolamos rumo a Guarulhos, onde aterrissamos

quatro horas mais tarde. Tivemos, então, que mudar de aeroporto, indo até o de Congonhas num ônibus da própria TAM, já que nosso vôo para Vitória sairia dali. Almoçamos batatas recheadas e nhoque,no pavimento térreo do aeroporto (fast

food) e, como sobremesa, uma novidade que está “bombando”: picolés Diletto, muito cremosos e saborosos, preparados artesanalmente com frutas, gianduia, pistache ou chocolate, no estilo “italiano”! Em seguida embarcamos e, uma hora e quarenta minutos depois, chegamos à terrinha, onde nossos filhos nos aguardavam cheios de saudades, assim como nós também estávamos! Agora, só nos resta esperar pela próxima viagem: até lá!